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Negam acesso a água para combate aos fogos

Negam acesso a água para combate aos fogos

O fogo avançou depressa e ultrapassou a fronteira entre Arouca e S. Pedro do Sul, deixando famílias desalojadas, animais mortos, propriedades destruídas e um homem ferido com gravidade.

No ar, aviões e helicópteros procuraram água em rios, piscinas e tanques. As pessoas têm de dar acesso à água mas, numa propriedade, o tanque estava bloqueado por paus e arame.

O piloto fotografou o reservatório, georreferenciou a imagem e apresentou queixa à GNR de Viseu: impedir o combate aos fogos é crime punível com um a oito anos de prisão.

Casos como este são "comuns", lamenta Ricardo Silva, comandante operacional da Helibravo, uma das empresas que estão a combater os incêndios. "São recorrentes", reforçou o também piloto de helicóptero Pedro (nome fictício).

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* COM SANDRA FERREIRA

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