Premium

Nem a pagar 1000 euros se arranja quem limpe mato

Nem a pagar 1000 euros se arranja quem limpe mato

Empresas queixam-se de falta de mão de obra e dizem que é difícil encontrar quem queira realizar tarefas duras.

A falta de mão de obra no setor florestal está a dificultar a limpeza de terrenos e faixas de gestão de combustível, tarefa que deve ficar concluída até à próxima sexta-feira, dia 15.

Fernando Cruz, da Madeicampo, em Valongo, precisa contratar "10 pessoas" para trabalharem "a tempo inteiro". Mas não encontra quem queira, apesar de os salários no setor "rondarem geralmente os 1000 euros" e poderem, em alguns casos, "chegar aos 1500 euros". No ano passado e novamente este ano, recorreu ao instituto de emprego. Mas "aparecem poucos, dizem que não têm experiência e queixam-se que é duro. Não fica ninguém", conta. Os trabalhadores que existem acabam a fazer horas extra, a empresa tenta subcontratar outras e, mesmo assim, não consegue responder a todos em tempo útil.

Imobusiness