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PS de novo à frente do PSD

PS de novo à frente do PSD

O PS (36%) ultrapassou o PSD (34%) e lidera as intenções de voto na última sondagem da Universidade Católica para o JN. O CDS/PP está a crescer (10%) mas a soma dos dois partidos de centro-direita deixa-os cada vez mais longe da maioria absoluta.

De acordo com a sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP) para o JN, DN, RTP e Antena 1, entre Abril e Maio o PS subiu três pontos percentuais, enquanto o PSD acusa um trambolhão de cinco pontos.

Se se considerar o bloco de centro-direita, a queda do PSD (cinco pontos) só parcialmente é compensada pela subida do CDS-PP (três pontos). Em conjunto, os dois partidos têm agora 44%, menos dois pontos do que no mês passado. E portanto mais longe de uma maioria absoluta no próximo Parlamento.

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Ficha técnica

Esta sondagem foi realizada pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP) para a Antena 1, a RTP, o Jornal de Notícias e o Diário de Notícias nos dias 30 de Abril e 1 de Maio de 2011. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos recenseados eleitoralmente e residentes em Portugal Continental. Foram seleccionadas aleatoriamente dezanove freguesias do país, tendo em conta a distribuição da população recenseada eleitoralmente por regiões NUT II (2001) e por freguesias com mais e menos de 3200 recenseados. A selecção aleatória das freguesias foi sistematicamente repetida até os resultados eleitorais das eleições legislativas de 2009 e presidenciais de 2011 nesse conjunto de freguesias, ponderado o número de inquéritos a realizar em cada uma, estivessem a menos de 1% do resultados nacionais dos cinco maiores partidos ou candidatos. Os domicílios em cada freguesia foram seleccionados por caminho aleatório e foi inquirido em cada domicílio o mais recente aniversariante recenseado eleitoralmente na freguesia. Foram obtidos 1370 inquéritos válidos, sendo que 58% dos inquiridos eram do sexo feminino, 33% da região Norte, 20% do Centro, 34% de Lisboa e Vale do Tejo, 6% do Alentejo e 6% do Algarve. Todos os resultados obtidos foram depois ponderados de acordo com a distribuição da população com 18 ou mais anos residentes no Continente por sexo, escalões etários e grau de instrução, na base dos dados do INE, e por região e habitat na base dos dados do recenseamento eleitoral. A taxa de resposta foi de 52,4%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 1370 inquiridos é de 2,6%, com um nível de confiança de 95%.

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