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Já só sobra uma PPP e pode ir parar a mãos espanholas

Já só sobra uma PPP e pode ir parar a mãos espanholas

Hospital de Loures passa esta quarta-feira para gestão pública. O tema marca a campanha e divide Direita e Esquerda.

O Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, gerido nos últimos dez anos em parceria público-privada (PPP) pelo grupo Luz Saúde, volta hoje à gestão pública. É a terceira PPP a cair nos governos de António Costa, sobrando apenas a do Hospital de Cascais, cuja gestão clínica pode ir parar às mãos de um grupo espanhol. O tema das PPP divide a Direita e a Esquerda, podendo as próximas legislativas vir a ser decisivas para o aprofundamento ou a erradicação do modelo.

A PPP de Loures terminou depois de o parceiro privado ter recusado a proposta do Governo para alargar o prazo do contrato nas condições que estavam em vigor, para dar tempo até à conclusão do concurso público que estava atrasado devido à pandemia. Para regressar à esfera pública, o hospital voltou, em novembro passado, a ser uma Entidade Pública Empresarial (EPE), cujo conselho de administração é liderado por Rosário Sepúlveda, gestora com experiência nos setores privado e público da Saúde.

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