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João Ferreira na calha para adjunto de Jerónimo no PCP

João Ferreira na calha para adjunto de Jerónimo no PCP

Valeu a pena: para Jerónimo de Sousa, a solução governativa à Esquerda saída das eleições de 2015 merece nota positiva. "Não foi um tempo percorrido em vão", defendeu o líder do PCP, no arranque da reunião magna do partido, em Loures, onde deixou claro que os comunistas já se apearam da "geringonça" após o PS ter passado a atuar à corda larga e optar por fechar os olhos a uma Direita que "cavalga a crise".

Num congresso condicionado pela pandemia - e onde o mais aplaudido foi o candidato presidencial João Ferreira, olhado como um possível futuro secretário-geral do partido -, Jerónimo assumiu que a militância está em queda. Algo que levou a que a maioria dos delegados esgrimissem, ao longo do dia, os resultados da campanha "5000 mil contactos" nas suas regiões: à exceção da Madeira, onde foram conseguidos 131 novos militantes, a grande parte não conseguiu angariar para o PCP mais de 1% dos contactados.

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