Estado de emergência

Líder do CDS-PP alistou-se como voluntário nas Forças Armadas devido à Covid-19

Líder do CDS-PP alistou-se como voluntário nas Forças Armadas devido à Covid-19

Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS-PP, alistou-se como voluntário para ajudar as Forças Armadas nas ações de luta contra o novo coronavírus durante o estado de emergência.

O anúncio de Chicão surge na sequência do pedido do Estado-Maior-General das Forças Armadas, que está a recrutar voluntários dentro da "família militar". O objetivo do apelo é auxiliar os militares que, no terreno, vão prestar apoio aos portugueses e em reforço do Serviço Nacional de Saúde.

No texto em que é anunciada a decisão de Francisco Rodrigues dos Santos, recorda-se que é filho de um oficial do Exército e estudou durante oito anos no Colégio Militar antes de se formar em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

"Sempre se assumiu um patriota que não vira as costas ao país em momentos difíceis. Para esta decisão de se voluntariar para ajudar as Forças Armadas durante a vigência do estado de emergência - que conciliará com as funções de líder partidário -, pesou a sua formação militar e o facto de Portugal estar a sofrer contra um inimigo implacável, silencioso e invisível, que convoca a nação a combatê-lo, somando o melhor de cada um", justifica ainda.

A decisão do presidente do CDS foi já comunicada à Comissão Executiva do partido, a quem transmitiu que "este este é um momento de união entre todos os portugueses, devendo os políticos oferecer testemunho de unidade nacional, sem espaço para sectarismos, na defesa das pessoas e da economia."

"Agora é o momento de o país se unir e de estarmos ao lado dos portugueses na primeira linha resistência à Covid-19", disse Francisco Rodrigues dos Santos, que considera ter o dever moral de servir a pátria quando esta chama pelos seus filhos".

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