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Livre quer aplicar taxa extraordinária aos setores da Banca e do armamento

Livre quer aplicar taxa extraordinária aos setores da Banca e do armamento

O Livre seguiu o exemplo do PCP e também entregou um projeto de lei que visa alargar a taxa sobre os lucros extraordinários a outros setores, uma vez que o Governo apenas pretende abranger a energia e a distribuição alimentar. O partido do deputado Rui Tavares quer incluir a Banca e a indústria do armamento e que a taxa seja de 35% e não 33%, como propõe o Executivo do PS.

O tema da taxa sobre os lucros extraordinários já esteve na mesa da discussão do Orçamento do Estado para 2023. Mas, por imposição europeia, só agora as chamadas "windfall taxes" vão avançar. O Governo já aprovou uma proposta de lei, em Conselho de Ministros, que visa criar uma taxa de 33% sobre os setores da energia e distribuição alimentar, incidindo sobre todos os lucros que estejam 20% acima da média desde 2018.

A Esquerda, contudo, sempre quis ir mais longe e já tinha deixado isso claro nas propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2023. O BE, por exemplo, defende que se abranja, também, a Banca e que se incida sobre lucros 10% superiores aos obtidos em 2020. Já o centro-direita, em particular o PSD, opõe-se a uma nova taxa.

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