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Mais de 133 mil clientes já mudaram para o mercado regulado do gás

Mais de 133 mil clientes já mudaram para o mercado regulado do gás

Mais de 133 400 clientes mudaram para o mercado regulado do gás desde setembro, ao abrigo do decreto-lei do Governo que permite o regresso de famílias ou pequenos negócios, com consumos anuais inferiores ou iguais a 10 mil metros cúbicos ao regime de tarifas reguladas, como forma de fazer face à escalada de preços na energia. De acordo com os dados cedidos pela Agência para a Energia (ADENE) ao JN, encontram-se em análise quase três mil pedidos.

Em causa está o decreto-lei 57-B/2022, que possibilita aos clientes domésticos ou pequenas empresas, transitarem para o mercado regulado desde que o consumo anual de gás natural não ultrapasse os 10 mil metros cúbicos.

O objetivo da medida do Governo era "evitar um encarecimento dos preços finais do gás natural, em termos que oneram as famílias e os pequenos negócios", tendo em conta a "atual situação de restrição no fornecimento de gás natural, motivada pelo conflito armado na Ucrânia", que "tem provocado aumentos progressivos no preço grossista do gás natural".

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Desde o dia 7 de setembro, cerca de 136 459 clientes solicitaram a mudança para o mercado regulado do gás. A esmagadora maioria (98%) são clientes domésticos. Cerca de 133 486 clientes já viram o seu pedido deferido e, assim, retomaram ao regime de tarifas reguladas. Encontram-se, atualmente, a aguardar ativação cerca de 2973 pedidos.

Segundo a ADENE, o tempo médio entre a tramitação do pedido e a ativação do contrato é de cerca de três dias e meio.

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