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Mais de 50% dos doentes de dor crónica não segue prescrição médica

Mais de 50% dos doentes de dor crónica não segue prescrição médica

Estudo acompanhou 562 pacientes de cinco hospitais do Grande Porto. Há dificuldades económicas entre os motivos para desistência dos tratamentos.

Mais de metade dos doentes diagnosticados com dor crónica não toma a medicação prescrita pelo médico. A taxa de "não adesão" aumenta com o tempo e é justificada por dificuldades financeiras, problemas de comunicação com o prescritor e perceção de efeitos secundários e de "baixa necessidade" do fármaco.

As conclusões surgem num estudo desenvolvido por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), que procurou compreender e descrever os motivos que levam os doentes a abandonar os tratamentos.

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