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Manifestação de Ventura com Mário Machado e sem polícias

Manifestação de Ventura com Mário Machado e sem polícias

Deputado André Ventura espera entre "1000 e 1500" manifestantes e teme que grupos de extrema-esquerda boicotem o evento.

André Ventura está convencido de que "os portugueses comuns sairão à rua para afirmar que não são racistas", durante a manifestação de hoje à tarde, entre o Marquês de Pombal e o Terreiro do Paço, em Lisboa. Mesmo que não conte com a presença dos polícias, nem com a colaboração do CDS/PP e do PSD, que se demarcaram da iniciativa. "A Direita tem medo de sair à rua. Amanhã [hoje], era o momento de fazermos uma frente de Direita, até porque todos concordamos que não há racismo estrutural em Portugal", refere ao JN o líder do Chega, que espera a presença de "1000 a 1500" manifestantes.

Um deles será Mário Machado, mentor de várias organizações de extrema-direita. Nas redes sociais, o homem condenado a dez anos de prisão por, entre outros crimes, discriminação racial, coação agravada, detenção de arma ilegal, danos e ofensa à integridade física, apelou a que "os nacionalistas e alguns com tendências mais "radicais"" que participem na manifestação não realizassem "saudações de braço ao alto", nem ostentassem "cartazes ou símbolos que vão para além da Direita que o Chega defende". "Seria contraproducente e ignóbil", justificou.

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