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Marcelo imbatível na popularidade

Marcelo imbatível na popularidade

Marcelo Rebelo de Sousa continua a ser o político português mais popular: 85% avaliam a sua atuação como "boa" (um em cada cinco diz mesmo que é "muito boa"), o que representa apenas menos dois pontos percentuais do que o registo de agosto passado, data do último barómetro da Pitagórica para o JN.

O apoio maioritário ao presidente é transversal a todas as categorias - idade, rendimento, região e partidos, com a única exceção dos eleitores comunistas, que se dividem rigorosamente ao meio. As mulheres (88%) são mais generosas do que os homens, verificando-se também que o apoio sobe à medida que a população envelhece: na faixa etária dos 55/64 anos tem uma taxa de aprovação de 89%.

A percentagem dos que o avaliam de forma positiva é relativamente uniforme em todos os escalões de rendimento, tal como na escala regional, em que Marcelo oscila entre os 82% da Região Centro e os 87% de Lisboa.

Quando se cruza o apoio ao atual inquilino de Belém com o voto em legislativas, salta à vista o facto de ter um apoio maior entre os socialistas (84%) do que entre os que votaram no PSD (82%), o seu partido de origem.

A popularidade relativa de Marcelo também fica comprovada quando o teste se faz por oposição a António Costa, que é claramente líder partidário mais valorizado. Entre um e outro, a balança da confiança pende para o presidente da República. Sendo certo que o favoritismo já não é o mesmo que em agosto passado: perdeu 11 pontos percentuais, enquanto o primeiro-ministro ganhou três pontos. São 31 pontos de diferença. É bastante, mas em julho chegaram a ser de 52 pontos percentuais.

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Maior exigência

Dois terços dos portugueses (63%) querem que Marcelo seja mais exigente com o Governo (menos dois pontos percentuais do que em agosto passado). Um terço (33%) rejeita essa possibilidade (mais dois pontos do que no último barómetro).

Socialistas contra

Os eleitores na faixa dos 18/24 anos (78%), que habitam na Região Centro (68%) e que votam no PSD (84%) são os que pedem mais exigência. Os que mais a rejeitam são os que têm 55/64 anos (41%), vivem no Grande Porto (42%) e votam no PS (52%).

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