Diplomacia

Marcelo no Corvo para cumprir desafio lançado por Jaime Gama

Marcelo no Corvo para cumprir desafio lançado por Jaime Gama

O presidente da República aterrou esta terça-feira no Corvo para celebrar a passagem de ano. Marcelo Rebelo de Sousa revelou que o desafio lhe foi feito por Jaime Gama, em 2016, e nem o mau tempo - que chegou a ameaçar impossibilitar a aterragem na ilha - o demoveu de aceitar esse repto.

Marcelo resolveu passar "réveillon" no Corvo para demonstrar que tem "sempre no pensamento e no coração todos os portugueses, quer estejam longe ou perto". "Sabemos o que quem aqui vive passa. Muitas vezes, quem vive noutras partes de Portugal não percebe a coragem que é preciso ter, ao longo dos séculos, para viver no Corvo", acrescentou o presidente, à chegada do voo da Força Aérea que o transportou, acompanhado pelo presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro.

À chegada, Marcelo deixou também um recado político: "[a viagem até ao Corvo] deu para ver uma coisa: os vários aguaceiros iam passando, uns à esquerda e outros à direita, e nós, sempre ao centro, sempre ao centro, cá chegámos".

O presidente da República revelou ainda que passar o ano no Corvo era uma "ideia fixa" que se tornou numa "promessa" e que, como tal, "teve de ser cumprida". Depois, acrescentou: "a viagem correu muitíssimo bem e, como veem, o tempo está muitíssimo agradável", apesar do vento que se faz sentir na ilha.

O chefe de Estado vai despedir-se de 2019 com um jantar, no ginásio da única escola do Corvo, no qual participarão cerca de 200 pessoas. Esta terça-feira vai assistir a uma missa celebrada no âmbito do Dia Mundial da Paz, dar o já habitual mergulho no mar e, depois, fala ao país na tradicional mensagem de Ano Novo, pelas 12 horas locais (13 horas em Lisboa). Às 14.30 horas (menos uma nos Açores) do dia 1, despede-se da ilha do Corvo de regresso a Lisboa.

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