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Marcelo: "Tudo o que for legítimo fazer, a comunidade internacional fará"

Marcelo: "Tudo o que for legítimo fazer, a comunidade internacional fará"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu, este sábado, que "tudo o que for legítimo fazer" quanto à invasão russa da Ucrânia "a comunidade internacional fará", salientando que há medidas que demoram tempo a aplicar, como as sanções.

Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas em frente ao Palácio de Belém, em Lisboa, onde saudou as centenas de pessoas que hoje se concentraram ao final da tarde em solidariedade com o povo ucraniano.

"Eu não queria entrar em pormenores, mas como sabem tudo o que seja possível considerar para fazer repensar a posição de quem tomou a iniciativa de violar o direito internacional e de violar princípios fundamentais da convivência entre os povos, tudo o que for legítimo fazer, a comunidade internacional fará", respondeu aos jornalistas.

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O Presidente da República recordou que esta foi a posição "desde o início" do secretário-geral da ONU, António Guterres, "que foi muito forte, muito claro, muito determinado e representava não apenas a União Europeia nem os aliados, mas representava a maioria esmagadora dos estados do mundo que condenou" a invasão da Ucrânia feita pela Rússia.

Marcelo Rebelo de Sousa referiu que a solidariedade internacional com a Ucrânia "têm-se traduzido numa série de sanções e sanções muito duras"." E sabem como há preocupação, por um lado, de manter essa firmeza nas sanções e, por outro lado, de ir ajudando - no quadro em que se move a União Europeia, os povos da União Europeia, ajudando em tantos domínios e os governos dos vários países estão a tratar disso - o povo ucraniano", afirmou.

De acordo com o chefe de Estado português, "a comunidade internacional está a agir, como tem sido público e notório". "Muita coisa é evidente, outra coisa demora tempo a aplicar. As sanções, mesmo quando são instantâneas, apesar de tudo demoram uns dias a serem efetivadas, mas além disso há toda uma ajuda que os países da União Europeia têm proporcionado", respondeu quando confrontado com os pedidos de ajuda que a Ucrânia tem feito.

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