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Mariana Vieira da Silva diz que filiação no PS "nunca foi critério" para recrutar

Mariana Vieira da Silva diz que filiação no PS "nunca foi critério" para recrutar

O gabinete da ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, assegurou esta tarde que a contratação do adjunto Tiago Cunha, que está a gerar polémica devido à falta de experiência, se baseou "na adequação do perfil do nomeado à natureza das funções do gabinete" e que "a filiação partidária no Partido Socialista nunca foi critério de recrutamento".

A reação surge em resposta ao JN, na sequência da polémica que envolve a contratação recente do adjunto de Mariana Vieira da Silva, Tiago Cunha, de 21 anos, que é filiado na Juventude Socialista e não tem experiência profissional conhecida.

Fonte oficial do Ministério da Presidência explica que a lei que rege os gabinetes do Executivo "confere discricionariedade aos membros do Governo relativamente às nomeações para os seus gabinetes". Ou seja, a lei não impede que se contratem pessoas da confiança política dos ministros para os respetivos gabinetes.

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Assim, "não está em causa uma nomeação, indicação ou designação para administração pública no quadro de uma relação jurídica de emprego público, mas para o exercício de funções (necessariamente temporárias) num gabinete de membro do Governo", acrescenta a mesma fonte, frisando que as funções de Tiago Cunha "podem cessar a qualquer momento, por decisão do membro do governo ou automaticamente com a sua exoneração".

A nomeação de Tiago Cunha baseia-se "na adequação do perfil do nomeado à natureza das funções do gabinete, nos termos da lei e com plena observância das regras aplicáveis, incluindo a remuneração, seguindo o princípio que para trabalho igual salário igual, independentemente da idade". Por fim, o Ministério reforça que "a filiação partidária no Partido Socialista nunca foi critério de recrutamento".

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