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Eanes apela a "acordo patriótico" entre os principais partidos

Eanes apela a "acordo patriótico" entre os principais partidos

Na sessão de encerramento da "Grande Conferência JN Por Portugal", António Ramalho Eanes traçou um diagnóstico duro do Portugal de hoje, a braços com uma "crise de rutura" que exige novos planos de ação.

Crítico "do facilitismo do espetáculo político" e de uma "sociedade cívica mal informada", fatores que aprofundaram a crise, o antigo presidente da República apelou a um "acordo patriótico" alargado que concerte as posições dos principais partidos políticos em relação às questões estruturantes de desenvolvimento do pais.

A intervenção, carregada de apelos a uma maior mobilização popular, terminou com dois apelos concretos: "Exijamos que os políticos cumpram as suas promessas e que nos expliquem também os motivos dos grandes investimentos. Todos somos atores políticos. Não podemos exercê-la apenas de quatro em quatro anos. Se continuarmos a demitir-nos da nossa responsabilidade social, nunca conseguiremos ter uma democracia adulta. Em democracia o único soberano é o povo".

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