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Médica cubana chegou há oito anos e já trabalhou na restauração e fez limpezas

Médica cubana chegou há oito anos e já trabalhou na restauração e fez limpezas

Entrou como refugiada e ainda não conseguiu exercer. Sente-se "perdida" no sistema e pondera mudar de país.

A., médica cubana que contou a sua história ao JN sob anonimato, chegou a Portugal há oito anos e está longe de ter o processo de equivalência concluído. Num desabafo, deixa escapar que se sente "completamente perdida" no sistema e, "caso Portugal continue a dificultar o processo para exercer", vê a saída para outros países como "o plano B, a alternativa" para voltar à medicina.

Nos últimos anos, tem trabalhado "na restauração, como auxiliar de saúde, auxiliar de limpeza, secretária administrativa, tudo menos medicina". Tem "muitas colegas", estrangeiras formadas em medicina, que "trabalham em fábricas" ou noutros empregos não qualificados.

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