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Médicos rejeitam incentivos para trabalhar em zonas mais carenciadas

Médicos rejeitam incentivos para trabalhar em zonas mais carenciadas

Em julho, 263 médicos tinham aderido ao regime - pouco mais do que as 200 vagas abertas para este ano.

Os médicos não estão a aderir aos benefícios para os incentivar a aceitar vagas em hospitais e centros de saúde com carências de profissionais. O regime cativou 358 médicos em 2019, número que desceu para 313 no ano seguinte e chegou a 263, em julho. Como termo de comparação, veja-se que, só este ano, abriram 200 novas vagas, que poderão ser preenchidas até dezembro. Dessas, nove foram pedidas por Trás-os-Montes, que aprova a existência do regime, apesar de estar longe de resolver o problema.

A falta de adesão às vagas para zonas carenciadas é mais um sinal da dificuldade que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) - hoje assinalam-se os 42 anos da sua criação - tem em contratar, depois de um terço das vagas para médicos de família ter ficado por preencher no concurso deste ano.

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