OE2022

Medina: "Portugal precisa de um Orçamento que seja força estabilizadora da economia"

Medina: "Portugal precisa de um Orçamento que seja força estabilizadora da economia"

O ministro das Finanças, Fernando Medina, defendeu, esta terça-feira, que o país precisa de um orçamento que estabilize a economia e responda ao impacto da inflação, considerando que a proposta em discussão responde aos desafios.

"Portugal precisa hoje de um Orçamento que seja força estabilizadora da economia", disse, durante uma audição na Comissão de Orçamento e Finanças (COF), no Parlamento, sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2022. Segundo o governante, a proposta do OE2022 permite responder ao impacto da inflação, com um "reforço" dos pilares de confiança e resiliência da economia.

No discurso inicial perante os deputados da COF, Fernando Medina sublinhou que se está perante um "contexto marcado por uma recuperação significativa da economia após dois anos dominados pela pandemia".

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O ministro da tutela frisou que o aumento de preços já pesa no orçamento das famílias, sublinhando que o orçamento responde aos desafios colocados pela inflação e pelos seus efeitos, apostando no reforço dos rendimentos e do investimento.

"É um orçamento também de contas certas na economia e nas finanças", voltou a defender, enumerando os pilares da proposta, que disse, passam pela mitigação dos efeitos do choque energético, reforço de rendimento das famílias, apoio à recuperação do tecido produtivo, a aposta na transição climática e digital e o reforço dos serviços públicos.

O debate na generalidade decorre nos dias 28 e 29 de abril, culminando com a votação na generalidade do documento. A apreciação em comissão na especialidade começa em 2 de maio, com as audições dos vários ministros e de outras entidades, e o prazo limite para a apresentação de propostas de alteração é 13 de maio às 18 horas. A discussão do documento na especialidade em plenário arranca no dia 23, estendendo-se por toda a semana - com debate de manhã e votações à tarde, como habitualmente. E a votação final global ficou agendada para 27 de maio, véspera das eleições diretas do PSD, em que vai ser escolhido o sucessor do atual presidente, Rui Rio.

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