Pandemia

Menos doentes graves em dia com seis mortes e 566 casos de covid-19

Menos doentes graves em dia com seis mortes e 566 casos de covid-19

Mais seis mortos e 566 casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas. Internados em cuidados intensivos continuam a diminuir

Portugal tem 113 doentes graves, menos seis do que no sábado, naquele que é o segundo dia seguido de descida de internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos. O total de hospitalizados não sofreu alterações, mantendo-se em 466, de sábado para domingo, segundo o boletim da Direção-Geral da Saúde, sobre a evolução da pandemia no país.

O total de casos de covid-19 em Portugal subiu, este domingo, para 827494, já incluindo os 566 testes positivos reportados no boletim da Direção-Geral da Saúde. Segundo o mesmo documento, a pandemia causou 16916 mortes, seis das quais nas últimas 24 horas, tantos quantos no sábado.

Após quatro dias acima dos 600 casos de covid-19, os 566 positivos reportados este domingo mostram uma subida (373) relativamente aos dados de domingo passado (193), e uma descida (35) em comparação com os 601 de sábado.

A leitura dos números deve ser feita sem extrapolações, uma vez que comparam com o fim de semana de Páscoa, no qual se realizaram menos testes. Houve, ainda, um atraso na divulgação dos resultados, de tal forma que dos 874 casos anunciados no boletim de terça-feira, 6 de abril, 599 reportavam-se a testes positivos apurados durante o fim de semana pascal, esclareceu, na altura, a DGS.

Assim, a melhor comparação teria de ser feita com domingos anteriores. Os dados mostram uma subida relativamente aos 365 positivos reportados no dia 28 de março e aos 450 de 21, uma semana antes. Os 566 casos deste domingo estão em linha com os 541 de 14 de março, mas abaixo das cifras de 7 de março (682), e de 28 de fevereiro (718), quando começou a acentuar-se a descida de infeções em Portugal, que viria a permitir o início do desconfinamento, a 6 de abril.

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Os dados da Direção-Geral da Saúde mostram nova subida dos casos ativos da doença, a segunda esta semana, após um período de mais de dois meses a descer consecutivamente. À data, são 25960 os infetados com o vírus da SARS-CoV-2, este domingo, mais 150 do que no sábado. Há 17742 pessoas sob vigilância das autoridades, mais 335 do que ontem.

Lisboa com mais casos e mais mortes

A Região de Lisboa e Vale do Tejo reportou mais casos, 200, e mais vítimas mortais (quatro). No entorno de Lisboa, foram registados, desde o início da pandemia, 313615 infeções, das quais resultaram 7170 mortes.

A Região Norte acumulou mais 183 casos, para um total de 332412 desde 2 de março de 2020, quando a doença foi detetada em Portugal pela primeira vez, aos quais estão associados 5321 óbitos, dois nas últimas 24 horas.

Nas restantes regiões do país não foram registados óbitos. No Centro foram reportados 62 casos, com o total a ascender a 117790, dos quais resultaram 3003 vítimas mortais.

O Alentejo registou 16 novos casos de covid, acrescentados a um total de 29346 (e 970 mortes) desde o início da pandemia. Mais a Sul, o total de novos casos caiu para 33, menos de metade dos 73 registados no sábado. No total, o Algarve soma 21146 infeções por covid-19, às quais estão associadas 355 mortes.

Os dados mostram a tendência de crescimento da covid-19 nos Açores, que somam 41 novas infeções, depois das 36 de sábado e 31 de sexta-feira., numa semana que começou quase sem registos positivos. No total, foram registadas, até hoje, 4350 infeções, das quais resultaram 29 mortes.

Na Madeira, os 31 casos deste domingo estão em linha com os números da semana, que rondou os 25 por dia, em média, nos últimos seis dias. Registos que elevam para 8835 o total de casos na região autónoma madeirense (68 óbitos).

Metade das vítimas mortais tinha mais de 80 anos

Das seis vítimas mortais reportadas no boletim da DGS deste domingo, três (dois homens e uma mulher) tinham mais de 80 anos. No escalão etário mais elevado, morreram já 11140 pessoas, 66% do total de vítimas a nível nacional.

Na faixa etária imediatamente anterior, a dos 70-79 anos, que está incluída na segunda fase de vacinação que agora começa, morreu um homem. Neste escalão etário, perderam-se 3594 vidas desde o início da pandemia, 21% do total nacional.

As outras duas vítimas mortais, dois homens, foram registadas no escalão dos 60-69 anos. A terceira faixa etária mais elevada, segundo a organização estatística da DGS, é terceira mais atingida pela pandemia - registou 1512 óbitos, cerca de 9% do total nacional.

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