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Mesquita Nunes recusa que dirigentes do CDS sejam cobardes

Mesquita Nunes recusa que dirigentes do CDS sejam cobardes

Adolfo Mesquita Nunes, antigo vice-presidente do CDS-PP que chegou a ser apontado como candidato, disse este sábado no congresso de Aveiro que não aceita que os dirigentes sejam acusados de "cobardes", por tudo aquilo que fizeram pelo partido e pelo país.

Em seguida, este apoiante de João Almeida disse que, ao longo destes anos ouviu "muitas acusações" e nunca comentou. "Mas há uma que me magoa bastante. A do relativismo moral: nós, católicos, prestamos contas a Deus, não aos dirigentes do CDS", garantiu.

"Quem aparece com a vontade de unir partido e de não entrar em querelas ideológicas, e de não entrar em querelas entre puros e impuros e de não entrar em querelas entre as supostas elites e as supostas bases e que não quer entrar em querelas de dividir o partido, neste momento, o que está em condições de ser líder do CDS, de discutir com António Costa, capaz de liderar o projeto autárquico do próximo ano, é João Almeida", disse.

O ex-deputado afirmou ainda esperar que a reunião magna dos centristas "não seja um congresso de trincheiras, que divida a suposta elite contra as supostas bases". E advertiu que "o CDS não pode continuar a ter 4%" dos votos como nas anteriores legislativas e tem de "dar prova de vida" nas próximas autárquicas.

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