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Metade dos condutores paga portagens para ir trabalhar

Metade dos condutores paga portagens para ir trabalhar

Áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa estão cercadas por pórticos. No Norte, são os moradores da Póvoa os mais castigados. No Sul, quem vive em Cascais é quem tem maiores custos.

Quase metade dos automobilistas que circulam nas áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa (um universo de 4,5 milhões de pessoas) são obrigados a pagar portagens. A norte, são os moradores da Póvoa de Varzim os mais castigados. A "culpa" é da A28. A sul, são os habitantes de Cascais que mais verbas despendem com portagens. No caso destes, a A5 é a estrada preferidas nas deslocações. Em média, e olhando para estas duas realidades territoriais, um em cada dez habitantes com carro gasta mais de 30 euros por mês em portagens.

O Inquérito à Mobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e de Lisboa (IMob), desenvolvido pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em parceria com a Área Metropolitana do Porto (AMP) e a Área Metropolitana de Lisboa (AML), vem provar que em Portugal quem manda é o automóvel.

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