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Metade dos partidos no ativo nasceram nos últimos onze anos

Metade dos partidos no ativo nasceram nos últimos onze anos

Dissidentes do Volt estão a recolher assinaturas para criar a 24.ª força política. Novos partidos precisam de "sub-líderes" para singrar, diz politólogo.

Dos 23 partidos políticos ativos e registados no Tribunal Constitucional (TC), 12 nasceram nos últimos onze anos, segundo o TC O último inscrito foi o Volt (2020), precedido do R.I.R e Chega (2019), Aliança (2018) e IL (2017). Tudo leva a crer que o próximo a inscrever-se (o 24.º ativo) será o Partido Democrata Europeu (PDE), que está a ser formado por dissidentes do Volt. Tiago Romão, vice-presidente do PDE, contou ao JN que o partido assume-se como "eurofederalista", "moderado", "reformista", e quer ser alternativa de "centro" face ao PS e PSD.

O partido está na fase burocrática. Tem os estatutos "praticamente encerrados", a declaração de princípios fechada e algumas medidas definidas, contou Tiago Romão. O PDE fará parte de um partido chapéu "transeuropeu", o European Star Party, e está em processo de recolha das necessárias 7500 assinaturas, ainda "sem grande foco" (ler P&R). O embrião do PDE tem cerca de 60 assinaturas, 20 militantes, e apresenta-se pela primeira vez ao público a 15 de setembro, em Lisboa. Depois da inscrição no TC - prevista para 2023 -, o objetivo é concorrer às europeias de 2024. Mas antes será preciso chegar aos eleitores.

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