Premium

Ministério da Educação põe travão às refeições takeaway nas escolas

Ministério da Educação põe travão às refeições takeaway nas escolas

DGEstE alerta que regime deve ser excecional pelos custos ambientais e financeiros, pois as embalagens são pagas à parte. Se as cantinas tiverem condições, devem servir os almoços.

O Ministério da Educação põe travão às refeições em takeaway nas escolas. A opção generalizou-se, mesmo nos estabelecimentos que dispõem de refeitórios com dimensão suficiente para o fornecimento de almoços por turnos, o que motivou queixas de muitos pais e, nalguns locais, promoveu o ajuntamento de alunos, em vez do desejado afastamento para prevenir contágios.

O que era exceção tornou-se regra, sobretudo nas escolas dos centros urbanos e do litoral. Face aos constrangimentos trazidos pela pandemia, muitas escolas, mesmo tendo refeitórios espaçosos, arrancaram o ano letivo com a modalidade única do takeaway. Quase duas semanas depois do início das aulas e confrontada com pedidos de associações de pais para o fornecimento dos almoços nas escolas, a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) fez um ponto de ordem e enviou uma diretiva a todos os agrupamentos e às escolas não agrupadas deixando claro que o regime de takeaway é "excecional", poderá ser "adotado apenas nos refeitórios em que o serviço de fornecimento normal de refeições não seja, de todo, viável" e é obrigatória a consulta aos encarregados de educação. A generalidade dos estabelecimentos de ensino assumiu essa modalidade sem ouvir os pais.

Outras Notícias

Outros Conteúdos GMG