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Ministro da Educação ataca o BE: "Conseguiu tudo o que queria"

Ministro da Educação ataca o BE: "Conseguiu tudo o que queria"

O ministro da Educação atacou, esta quinta-feira, o Bloco de Esquerda no Parlamento dizendo que "conseguiu tudo o que queria". "Conseguiu derrubar o Governo" mas também "ter mais professores e computadores nas escolas. Está a tentar destruir tudo o que também conseguiu", afirmou o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

Foi em clima de tensão pré-eleitoral que o ministro Tiago Brandão Rodrigues se dirigiu à bancada parlamentar do Bloco de Esquerda (BE) na reunião da comissão permanente desta quinta-feira. Para o ministro da Educação, os bloquistas parecem "estar a tentar destruir tudo o que também conseguiram".

O titular da pasta disse que as melhoria do setor educativo foram conseguidas com a "valorização dos profissionais das escolas públicas e dos professores" que foi feito em "coautoria com o PCP, o BE e os Verdes", disse. "Mais professores nas escolas e mais computadores" foram algumas das vitórias apontadas por Brandão Rodrigues, que possibilitaram ao BE ter "tudo o que queria", inclusive "derrubar o governo". Tirando uma conclusão: o BE está "arrependido do que conseguiu e do que temos", acusou.

Também foram tecidas críticas ao PSD, lembrando a sua oposição à existência de provas de aferição, mas atualmente são as "escolas e os pais dizem obrigada" pela sua existência, assegurou. O ministro da Educação referiu que o governo deu resposta a alguns problemas já existentes no governo do PSD, apontando os "resultados do aumento e escolarização e da redução do abandono escolar".

Em resposta aos deputados do CDS-PP e do PAN relativamente à divulgação de dados sobre as turmas e os alunos em confinamento e os casos identificados de covid-19, o ministro Tiago Brandão Rodrigues afirmou que "a educação continua um caminho de estabilidade e coesão. O governo enfrenta com flexibilidade e de forma eficiente a pandemia. Os balanços dizem pouco. O balanço que fazemos hoje e diferente do que fazemos amanhã".

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