Manuel Pizarro

Ministro da Saúde concentrado em trabalhar para que serviços funcionem em "plenitude"

Ministro da Saúde concentrado em trabalhar para que serviços funcionem em "plenitude"

O ministro da Saúde, Manuel Pizarro, recusa que a criação de uma direção executiva do Serviço Nacional de Saúde reduza os seus poderes. Admite ainda uma reorganização de serviços de saúde, mas não confirma se vão fechar maternidades e diz estar concentrado em que os serviços funcionem em "plenitude"

"Fizemos o que existe em muitos países que é a segregação da direção técnica em relação à direção política. O que menos interessa aos portugueses é que o ministro tenha mais ou menos poderes. O que interessa é se os serviços respondem às necessidades e é nisso que estou concentrado", afirmou Manuel Pizarro, à saída de uma reunião com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

Sobre a reorganização dos serviços materno-infantis, o ministro revelou que receberam o estudo técnico da comissão de peritos presidida por Diogo Ayres de Campos que estabeleceram um conjunto de medidas prioritárias, mas não se compromete com decisões para breve.

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"As reorganizações de serviço sempre ocorreram e não sei se vão ocorrer. Esse trabalho está a ser estudado, vai ter a coordenação do diretor executivo do SNS, que ainda não tomou posse, e vamos trabalhar muito para que todos os serviços que temos abertos funcionem na sua plenitude", apontou.

Maternidade em Coimbra em 2023

Manuel Pizarro passou a manhã em Coimbra, prevendo que a nova maternidade na cidade comece a ser construída já no próximo ano.

"Estamos a poucas semanas de adjudicar o concurso para o projeto de arquitetura e em 2023 podemos lançar o concurso público para a construção", destacou.

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