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Misericórdias querem "canal aberto" entre lares e hospitais

Misericórdias querem "canal aberto" entre lares e hospitais

Documento que pretende lançar debate sobre novas respostas para idosos entregue ao Governo. Tecnologia pode ser usada para reforçar apoio domiciliário.

A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) enviou ao Governo um documento com novas propostas de respostas seniores, que inclui alterações legislativas e de políticas públicas para que as instituições se consigam adaptar ao novo perfil dos idosos: pessoas mais frágeis, com doenças crónicas, dificuldades de mobilidade e demências. E que desejam ficar em casa enquanto for possível. Uma das propostas é passar a haver um "canal aberto" com os hospitais, que lhes garanta a continuidade nos tratamentos.

A "pandemia levantou a questão de os lares não estarem a corresponder àquilo que era suposto", algo que não surpreendeu as Misericórdias que já vinham "alertando" para a situação, explica ao JN Manuel de Lemos, presidente da UMP.

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