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Agricultura biológica: o bom, o mau e o químico

Agricultura biológica: o bom, o mau e o químico

"É bio! Venha comprar, freguês, que é bio!" Não há hiper, super ou minimercado que não tenha uma secção reservada a produtos de origem biológica, acompanhados por um selo verde de certificação europeia atrativo para os consumidores que se consideram amigos da consciência alimentar e da sustentabilidade.

Agarradas à ideia de que a produção biológica é, em todos os casos, mais benéfica para a saúde humana e para o ambiente do que a convencional, são cada vez mais as pessoas que compram biológico. Mas será essa a melhor alternativa para uma agricultura saudável para a Natureza e para nós, seres humanos? Às vezes, mas não será sempre.

Consultando o regulamento da União Europeia relativo à produção biológica, lê-se que a agricultura biológica "combina as melhores práticas em matéria ambiental e climática", privilegiando a "biodiversidade" e a "preservação dos recursos naturais", e aplicando "normas exigentes em matéria de bem-estar dos animais (...) e de produção", "através da utilização de substâncias e processos naturais".

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