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Mulheres à beira dos 40 anos ficam sem tratamentos de fertilidade

Mulheres à beira dos 40 anos ficam sem tratamentos de fertilidade

Conselho Nacional de PMA recebeu queixas de beneficiárias que, com processo em curso, estão a ser retiradas da lista de espera.

O Ministério da Saúde tinha prometido uma solução para as mulheres que estavam a chegar ao limite da idade legal para tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA) e viram o processo interrompido por causa da pandemia. Nomeadamente, encaminhá-las para o privado. O certo é que nada foi feito e, agora, há mulheres - que estavam já em tratamentos - a serem informadas pelos centros públicos do fim do processo.

A situação foi revelada ao JN pela presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA). "Os centros públicos cancelaram tratamentos de mulheres que estavam a atingir 40 anos, temos queixas de beneficiárias. A meses de atingirem os 40 anos, estão a ser informadas que saem da lista de espera", diz Carla Rodrigues.

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