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Na apanha da cereja, "mete dó ver o que fica na árvore estragado"

Na apanha da cereja, "mete dó ver o que fica na árvore estragado"

Não são as práticas antipandemia que afetam a apanha da cereja. É a produção, que caiu para menos de metade, que torna triste e pobre o ambiente.

"Mete dó deixamos na árvore as cerejas estragadas, 'a sorrir' (rachadas)", lamenta-se Lurdes Nogueira, enquanto puxa mais um ramo da cerejeira com o fruto por amadurecer ou com formigas, ou abertas pelas oscilações atmosféricas. O trabalho começou às oito da manhã e ainda o meio-dia não chegou e as fases repetem-se.

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