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Nasceram 24 filhos de refugiados em Portugal

Nasceram 24 filhos de refugiados em Portugal

Plataforma acolheu 756 pessoas desde 2015. Dificuldades com a língua, em arranjar habitação a preços acessíveis e emprego são os maiores problemas.

Nasceram 24 crianças em Portugal filhas de refugiados, um sinal de integração "animador" para a Plataforma de Apoio ao Refugiado (PAR) que, entre 2015 e 2019, ajudou a acolher 756 pessoas, agrupadas em 162 famílias. Entre as crianças, há uma Helena, uma Teresa e outras com nomes portugueses, sublinharam, com satisfação, responsáveis daquele organismo, ontem, na Universidade de Aveiro, durante a Assembleia que reconduziu André Costa Jorge, diretor-geral do Serviço Jesuíta aos Refugiados, nas funções de coordenador da PAR durante mais um ano.

Das famílias apoiadas durante aquele período por instituições que integram a plataforma, 32 concluíram os programas de apoio (que incluem ajuda financeira durante 18 meses) e 14 abandonaram o país.

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