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Norte quer autonomia na gestão de fundos para inovação

Norte quer autonomia na gestão de fundos para inovação

O Norte quer ter autonomia para decidir os investimentos em inovação financiados pela Europa. A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CDR-N) calcula que em causa estejam mil milhões de euros. A inovação é, a par da industrialização e da internacionalização, um dos pilares em que a CCDR-N assenta a estratégia económica da região para os próximos fundos europeus. O documento será aprovado hoje pelo Conselho Regional do Norte.

António Cunha, presidente da CCDR-N, disse ao JN que "a gestão do sistema de inovação deve ser feita a partir da região, com maior protagonismo da CCDR e do Programa Operacional Regional". Hoje, é a Agência Nacional de Inovação que gere este tipo de projetos. "Temos que ter mais capacidade de decisão", acentua. Até porque nota um "desajuste" entre o organismo que avalia os projetos ("porque está longe e a mesma equipa avalia projetos daqui e dali") e o contexto da região.

A maior autonomia de decisão e o dinheiro alocado ao próximo programa regional "são críticos" para o sucesso da estratégia de especialização inteligente da região, nota o documento, discutido hoje, na Alfândega do Porto.

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