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Covid-19

Norte reduz espaços de retaguarda e Lisboa reforça testes

Norte reduz espaços de retaguarda e Lisboa reforça testes

Apenas duas das oito estruturas de retaguarda criadas a Norte devido à covid-19 vão manter-se em funcionamento após este mês, no Seminário do Bom Pastor, em Valongo, e no Hotel João Paulo II, em Braga. O coordenador regional Eduardo Pinheiro justificou esta medida com a taxa de ocupação de 2% na região. Já Duarte Cordeiro promete mais rastreio e testes na região de Lisboa.

Numa audição conjunta dos cinco secretários de Estado que assumem a coordenação regional no combate à pandemia, o responsável pela Mobilidade, Eduardo Pinheiro, explicou que "a taxa de ocupação no total da região é de, felizmente, somente 2%, pelo que está determinada a suspensão de parte"das estruturas até ao final deste mês, mantendo-se duas por "precaução". Estes espaços visam acolher doentes fora dos hospitais, infetados ou não, que não tenham apoio nas suas casas ou nas instituições onde vivem.

Eduardo Pinheiro sublinhou ainda que as estruturas de retaguarda "acolheram mais de meio milhar de doentes nos últimos meses". Foram retomadas em outubro depois de suspensas no verão do ano passado.

8% já vacinados

Por sua vez, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, referiu que cerca de 8% dos utentes da Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo receberam pelo menos uma dose da vacina contra a covid e prometeu um reforço de testes. O coordenador disse que na última semana foram feitos cerca de 71 mil testes na região, o que deve "aumentar com os rastreios" nas escolas e nos jardins de infância.

Duarte Cordeiro garantiu que a região está preparada para um acréscimo de casos no que toca ao rastreamento, "à data" e "em prontidão", sublinhando particularmente as equipas formadas ao nível das Forças Armadas que poderão começar a operar "a qualquer momento". Em seguida, sublinhou que será "aumentado artificialmente o número de testes". Destacou os rastreios nas escolas e creches, e também referiu que o departamento de saúde pública da ARS está a verificar as situações e zonas de maior risco em termos de surtos e de número de casos com vista a aumentar os testes, em articulação com câmaras e tendo em conta casos concretos de empresas.

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