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Novo fôlego de Rio pode não bastar para travar críticos

Novo fôlego de Rio pode não bastar para travar críticos

Rangel quer debater futuro do PSD "a seu tempo". Poiares Maduro admite que é "legítimo" questionar liderança.

O resultado do PSD nas autárquicas poderá não ser suficiente para dar a Rui Rio um seguro de vida. Embora seja consensual, dentro do partido, que o líder ganhou novo fôlego com as eleições de domingo, há menos certezas quanto à possibilidade de a melhoria autárquica demover alguns críticos de disputarem a liderança nas diretas de janeiro. Para já, Paulo Rangel, apontado como um dos possíveis candidatos, diz que o futuro do PSD será debatido "a seu tempo".

Rangel considera que os sociais-democratas devem celebrar os resultados - que lhes deram 114 câmaras, mais 16 do que em 2017 - "com os pés assentes na terra". Num artigo no "Público", o eurodeputado voltou a não mencionar Rio, tal como já tinha feito no Twitter, na noite eleitoral, ao dar os parabéns a Carlos Moedas pela vitória em Lisboa.

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