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Numa guerra sem armas, militares gerem vacinas que ainda não chegaram

Numa guerra sem armas, militares gerem vacinas que ainda não chegaram

Sala de apoio ao coordenador do plano de vacinação está a cargo das Forças Armadas. Planeamento é feito com cerca de um mês de antecedência.

Quem pensa em militares raramente os imagina sentados à secretária. Mas basta entrar na sala de apoio ao novo coordenador do plano de vacinação contra a covid-19, em Oeiras, para nos lembrarmos que nem todas as guerras se fazem de armas na mão. Divididos por várias mesas, 35 elementos dos três ramos das Forças Armadas traçam a estratégia para o próximo mês de vacinação. Conta-se com um aumento significativo dos fornecimentos a partir de abril. Mas, até março, o país vai receber menos de metade do previsto.

Os militares que auxiliam o vice-almirante Gouveia e Melo integram a Força de Reação Imediata, cujo papel é estar a postos para qualquer catástrofe. Ao canto da divisão, uma inscrição num quadro recorda-os da finalidade do seu esforço: "1) Salvar vidas; 2) Resiliência; 3) Libertar a economia".

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