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"O melhor para eles é conviver com outras crianças e professores"

"O melhor para eles é conviver com outras crianças e professores"

Há mais de cinco mil menores que fugiram da guerra para Portugal. Matrículas de alunos ucranianos refugiados nas escolas portuguesas chegam aos 300.

Bateu em retirada com o próprio filho por uma mão e o de uma amiga na outra. A fuga de Mariia Kolomiichenko da Ucrânia com dois meninos de nove e 10 anos prolongou-se por 30 horas, mas nem o desgaste a levou a adiar o registo dos três no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Fê-lo pouco depois da chegada a Gaia, onde vive uma irmã, para poder matricular as crianças. Era sexta-feira. Na segunda-feira seguinte, o regresso à "vida normal" bateu à porta: havia uma escola pronta para os receber.

Roman Kolomiichenko, de nove anos, e Tymotii Kosinov, de 10, fazem parte das 300 crianças e jovens ucranianos refugiados matriculados, até à data, nas escolas portuguesas. Mas, de acordo com a última atualização feita pelo SEF, a invasão russa já trouxe pelo menos 5242 menores de 17 anos para Portugal. O número real será muito maior.

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