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Pagamento de tara nas garrafas de vidro: afinal quem tem razão?

Pagamento de tara nas garrafas de vidro: afinal quem tem razão?

Zero, Sciaena e ANP/WWF temem desperdício de 300 milhões de garrafas por ano. Industriais dizem que recolha seletiva é mais eficaz com ecopontos.

Ambientalistas dizem que o Governo se prepara para desrespeitar a lei no sistema de depósito de embalagens descartáveis para favorecer a indústria, temendo o desperdício de 300 milhões de garrafas por ano. O setor considera que a introdução de um sistema de pagamento de uma tara pelo consumidor é menos eficiente e mais cara do que os ecopontos. O Ministério do Ambiente e da Ação Climática nega que o processo esteja fechado.

A afirmação é taxativa: "Zero, Sciaena e ANP/WWF sabem que o Governo está a ponderar desrespeitar a lei" de 2018, que obriga à existência, a partir de 2022, de um sistema de depósito de embalagens de bebidas não reutilizáveis em plástico, metais ferrosos, alumínio e vidro nos supermercados.

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