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"Pâncreas artificial" para diabéticos espera comparticipação pelo SNS

"Pâncreas artificial" para diabéticos espera comparticipação pelo SNS

O sistema mais moderno de bombas de insulina, o chamado "pâncreas artificial", para tratar a diabetes tipo 1, já é uma realidade em Portugal, mas ainda não é usado ao abrigo do SNS. Ainda este ano, espera-se que o cenário mude, mas há ainda caminho a percorrer.

Fruto dos avanços da medicina, atualmente já existem mecanismos pouco invasivos que procuram fornecer insulina às pessoas com diabetes tipo 1 - uma doença crónica autoimune que faz com que o próprio organismo se torne incapaz de produzir insulina - nomeadamente as bombas de insulina. Se dantes era preciso que os diabéticos recorressem a uma seringa várias vezes por dia para injetar insulina, agora existem mecanismos que evitam as "picadas" constantes e todo o desconforto gerado. A utilização de bombas de insulina traz um maior controlo da doença e proporciona uma maior independência e conforto ao utilizador.

Este mecanismo é comparticipado em Portugal pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) "há cerca de 10 anos", como afirma ao JN o presidente da Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD), João Filipe Raposo. Atualmente, existe contudo um sistema mais avançado, mas o SNS ainda não o comparticipa. "Se alguém quiser ter um outro sistema diferente dos sistemas mais básicos terá de o adquirir, sem a comparticipação", assevera João Filipe Raposo.

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