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Pandemia evidenciou as diferenças que atingem alunos pobres

Pandemia evidenciou as diferenças que atingem alunos pobres

Desempenhos de beneficiários da ASE são sempre inferiores. Português no 5.º e Matemática no 8.º preocupam.

A privação de contacto com o professor com a interrupção das aulas presenciais devido à pandemia, agravada pela falta de equipamentos e Internet para acesso a aulas síncronas, tornou mais evidentes as diferenças de aprendizagem entre os alunos desfavorecidos e os colegas que não precisam de Ação Social Escolar (ASE).

Segundo um diagnóstico das aprendizagens e o papel do contexto no desempenho dos alunos, divulgado ontem pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), as médias dos desempenhos dos beneficiários de ASE são sempre inferiores às dos outros alunos.

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