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Parques infantis reabrem após 14 meses "muito angustiantes"

Parques infantis reabrem após 14 meses "muito angustiantes"

Setor encerrou no início da pandemia. Associação estima que existam 300 estabelecimentos e alerta que retoma não será fácil para todos. Abertura implica fim do lay-off e das moratórias.

Foram "tempos muito angustiantes" que chegam agora ao fim. Os parques de diversão infantil reabrem após cerca de 14 meses de portas trancadas e os empresários do setor não escondem a alegria em voltar a encher os corredores com o barulho das crianças. No Camelot Park, em Matosinhos, o fim de semana foi de limpezas gerais e reorganização do espaço. "É uma felicidade imensa poder reabrir", confessou Fátima Marques, sócia-gerente do parque infantil, que soma já duas décadas de existência.

A boa nova sobre o levantamento da proibição de funcionamento chegou na passada quinta-feira e foi recebida "com algum êxtase" pelo setor que, ao longo de mais de um ano, aguardava luz verde para voltar a trabalhar. De norte a sul do país, estima-se a existência de 300 parques infantis. Cerca de uma centena fazem parte da Associação Nacional de Espaços Infantis e Recreativos (ANEIR), criada no ano passado, para defender os interesses do setor.

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