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Passos Coelho recusa comentar crise no Governo gerada pelo novo aeroporto

Passos Coelho recusa comentar crise no Governo gerada pelo novo aeroporto

O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho (2011-2015) recusou, esta quinta-feira, comentar a crise política suscitada pela anulação pelo primeiro-ministro, António Costa, da decisão do ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, de optar pela solução Alcochete para o novo aeroporto de Lisboa.

"Eu estou fora da atividade política e partidária, portanto não vou fazer nenhuma declaração", afirmou, questionado pelos jornalistas, Pedro Passos Coelho (PSD), à chegada ao Campus de Justiça de Lisboa, onde está, esta tarde, a ser ouvido como testemunha na instrução da processo principal da queda do BES/GES.

O Ministério das Infraestruturas anunciou, na quarta-feira, que o Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa, passa pela aceleração da construção do aeroporto do Montijo, para responder ao aumento de procura em Lisboa, até à conclusão concretização do aeroporto de Alcochete, apontada para 2035.

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Já esta quinta-feira, António Costa (PS) ordenou a Pedro Nuno Santos (PS) que anulasse o despacho. "O primeiro-ministro reafirma que a solução tem de ser negociada e consensualizada com a oposição, em particular com o principal partido da oposição, e, em circunstância alguma, sem a devida informação prévia ao senhor presidente da República", justificou, em comunicado, o gabinete do chefe de Governo.

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