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Pedidos para adotar animais dispararam com a pandemia

Pedidos para adotar animais dispararam com a pandemia

"Depois de as pessoas começarem a ficar em casa, parece que tiveram uma epifania: toda a gente se lembrou que podia adotar um cão, e houve um aumento explosivo da procura". É Sónia Rodrigues quem conta a realidade vivida desde o início da pandemia na associação Midas, em Matosinhos, mas o relato encontra eco em várias associações de proteção animal.

As que o JN ouviu, constatam que "há mais pedidos de adoção", mas a maioria suspendeu a entrega de animais, para conter as "adoções impulsivas".

Os argumentos dos potenciais adotantes para justificar o desejo de acolher um animal abandonado vão desde uma "maior disponibilidade" até "pedidos de crianças". "Notámos que há mais interesse em adotar, o que nos deixa apreensivos, porque não sabemos até que ponto são adoções responsáveis", diz Ana Ceriz, que dirige a associação maiata CãoViver, e aponta "um aumento de cerca de 60% dos pedidos de visitas".

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