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Peritos defendem que novos confinamentos devem ser feitos em microrregiões

Peritos defendem que novos confinamentos devem ser feitos em microrregiões

O país começa amanhã o desconfinamento a "conta-gotas". O primeiro-ministro avisou que a avaliação aos indicadores de risco será feita a cada 15 dias e que se for preciso voltar atrás no processo, esse movimento será regional e não nacional. A proposta feita pelos peritos ao Governo, apurou o JN, é que esse modelo deve abranger concelhos limítrofes e deixar de ser concelho a concelho.

"Dois concelhos vizinhos têm tendência a nivelar-se. Há sempre mobilidade", explica Óscar Felgueiras. O professor de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, um dos peritos que colaborou no relatório que define as "linhas vermelhas" para avaliação da situação epidemiológica local e nacional, explica que, ao Executivo, foi proposto a criação de uma taxa de risco de incidência local que envolveria concelhos limítrofes. Por exemplo, no caso do Porto, a aplicação de medidas restritivas deve ser tomada, tendo em conta os dois indicadores de risco (mais de 120 novos casos por 100 mil habitantes e índice de transmissibilidade, Rt, acima de 1,0) de mais quatro concelhos vizinhos: Matosinhos, Maia, Gondomar e Gaia.

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