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PGR abre inquérito a morte de cadete

PGR abre inquérito a morte de cadete

O Ministério Público abriu, esta quarta-feira, um inquérito à morte do cadete Bruno Pereira. O jovem, de 22 anos, faleceu na sequência de uma corrida, na Base Naval do Alfeite.

Em resposta ao JN, a Procuradoria Geral da República revelou, esta quarta-feira, que "foi instaurado um inquérito na sequência do óbito".

Já na terça-feira a Marinha tinha anunciado a abertura de um processo de averiguação à morte do cadete da Escola Naval.

Bruno Miguel da Fonseca Pereira, que frequentava o 4.º ano do curso de Engenharia Naval, Ramo de Armas e Eletrónica, faleceu na terça-feira de manhã, depois de ter desmaiado num corta-mato na Base Naval do Alfeite, em Almada.

O incidente ocorreu na aula de Educação Física, que arrancou às 8.30 horas e consistia numa prova de seis quilómetros, sob a vigilância de 10 militares e uma viatura de apoio. Bruno Pereira terá desfalecido já ao quinto quilómetro, pelas 8.55 horas.

O cadete, que ainda foi submetido a tentativas de reanimação pelo INEM no local, acabou por ser levado para o Hospital de S. José, em Lisboa, onde veio a falecer às 10.40 horas.

Para o ministro da Defesa, em reação à morte de Bruno Pereira, tratou-se de uma "tragédia, uma situação inopinada", que atingiu um "cadete extremamente promissor, um dos melhores do seu curso".

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João Gomes Cravinho disse que o jovem tinha sido submetido a exames em maio, "que indicavam tudo estar aparentemente normal".

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