O Jogo ao Vivo

Exclusivo

Planeamento familiar deixa de ser assunto só da mulher

Planeamento familiar deixa de ser assunto só da mulher

Os médicos das unidades de saúde familiares (USF) vão passar a ser compensados em termos remuneratórios pelo acompanhamento da saúde sexual e reprodutiva de pessoas em idade fértil ou sexualmente ativas, independentemente do género. A alteração legislativa que alarga o foco do planeamento familiar, até aqui centrado na mulher, foi aprovada esta quinta-feira na Comissão de Saúde, com os votos a favor do PS, Bloco de Esquerda e Iniciativa Liberal, e deverá ser submetida amanhã, sexta-feira, à votação em plenário.

Os médicos das USF modelo B recebem compensações remuneratórias por um conjunto de atividades específicas que incluem a vigilância da gravidez, a vigilância de crianças no primeiro e segundo anos de vida, a vigilância do diabético e do hipertenso. A legislação, em vigor desde 2007, prevê ainda uma compensação para a vigilância, em planeamento familiar, da mulher em idade fértil. Alínea que o BE e o PAN propuseram alterar para "eliminar discriminações de género na prática clínica".

Proposta polémica caiu

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG