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Planos para recuperar aprendizagem quase não saíram do papel

Planos para recuperar aprendizagem quase não saíram do papel

Fenprof pede mais tempo para estabilizar ensino. Nível elevado de casos e de isolamento piorou qualidade. Menos alunos por turma, reforço do crédito horário e de técnicos especializados são medidas pedidas para reforçar apoios.

A maioria das escolas aprovou planos de recuperação de aprendizagem, mas muitos quase não saíram do papel por causa do "vaivém" constante de isolamentos e casos positivos até ao fim de janeiro. A Federação Nacional de Professores defende, por isso, o prolongamento do plano "Escola +21/23", previsto para este e o próximo ano letivo. Os presidentes das associações de diretores aceitam a proposta, até porque só agora as escolas começam a ficar mais estáveis.

O agrupamento Cego do Maio (Póvoa do Varzim), por exemplo, apostou no reforço de apoios e coadjuvações no 1.º Ciclo. Mas, face ao número de infeções e isolamentos, ou os docentes nessas funções tiveram de assumir as turmas ou os titulares deram aulas sem apoio, explica o diretor Arlindo Ferreira.

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