Tecnologia

Polémica na app Passe Covid: "responsabilidade é do utilizador", diz INCM

Polémica na app Passe Covid: "responsabilidade é do utilizador", diz INCM

A Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM) adianta, esta sexta-feira, em comunicado que a aplicação que valida os certificados digitais, à porta dos restaurantes ou dos alojamentos turísticos, tem "regularmente procurado minimizar os riscos de má utilização".

Em causa estão as possíveis fragilidades da tecnologia, a app "Passe Covid", que permite alterar a data no telemóvel e assim perfazer os 14 dias necessários para o certificado ser válido, após a toma da segunda dose da vacina contra a covid-19.

De recordar, que o documento só é possível de usar para acesso a estabelecimentos, quanto o utilizador tiver a vacinação completa, após quase duas semanas.

O semanário "Expresso" adianta, esta sexta-feira, que a vulnerabilidade da app foi comunicada por um especialista em cibersegurança à Imprensa Nacional Casa da Moeda.

A INCM, responsável pela "Passe Covid", defende-se, esclarecendo que "o desenvolvimento da aplicação assume que o utilizador é responsável pelas boas práticas na utilização da mesma".

A instituição compromete-se a "melhorar as funcionalidades de aplicação" com "duas evoluções" a ser "lançadas em breve": a "obrigação de se ligar à Internet com uma frequência mínima", para atualização dos dados de acordo com a "validação dos países e das regras" da Direção-Geral da Saúde (DGS), e a "implementação de um mecanismo que restringe a diferença entre a hora do telemóvel e a hora atual, quando este se encontra online".

PUB

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG