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Portugueses regressam em força ao comércio tradicional

Portugueses regressam em força ao comércio tradicional

É difícil encontrar algum momento na história em que os nossos comportamentos tenham mudado tão drástica e rapidamente quanto aquele que hoje vivemos.

A pandemia redefiniu prioridades, desenhou novos padrões de consumo e fez disparar a procura pelos bens de primeira necessidade nos supermercados, mas sobretudo no comércio tradicional, uma tendência que já estava a ter uma dinâmica crescente e que a crise veio acelerar e consolidar.

De acordo com os dados da plataforma SIBS Analytics, o valor das operações de pagamento eletrónico realizadas entre março e agosto no comércio tradicional, assim como em mercearias e minimercados aumentou 44 e 42%, respetivamente, face a igual período de 2019. "Por força do confinamento e da diminuição dos movimentos pendulares e para se evitar as grandes aglomerações, o comércio alimentar de proximidade passou a exercer um papel fundamental. Respondeu de forma positiva, a nível de preço e de oferta, e soube adaptar-se, disponibilizando entregas ao domicílio ou encomendas por telefone ou online", observa João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal.

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