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Praxe da Universidade do Minho volta presencialmente em julho

Praxe da Universidade do Minho volta presencialmente em julho

A praxe presencial está de volta à Universidade do Minho este mês.

O Cabido de Cardeais, o grupo que gere a praxe na universidade minhota, anunciou, esta segunda-feira à tarde, que autorizou o regresso das praxes presenciais, cabendo a cada curso a decisão de voltar à prática (dos 56 cursos, 29 quiseram regressar).

Em condições normais, os estudantes que participam na praxe como caloiros deixariam de o ser no final do cortejo, que foi cancelado por causa da pandemia. Assim, o objetivo de retomar as praxes presenciais é "permitir que todos os cursos possam fazer um fecho ao ano praxístico", informa o Cabido de Cardeais em comunicado, que especifica os moldes em que estas irão ocorrer.

Cada praxe terá de ser "agendada com antecedência, com hora e local marcados, e previamente autorizada", podendo durar, no máximo, três horas, e integrar até 20 pessoas. "O Cabido recebe uma lista com o nome de todos os participantes e com o contacto dos Cardeais responsáveis", acrescenta a nota, que sublinha a obrigatoriedade do uso de máscara em contexto de praxe, "seja por caloiros ou praxantes".

O comunicado dá ainda conta de que cada curso fará uma "praxe de ação social para uma instituição à escolha", que pode passar pela doação de géneros, pela limpeza de espaços e por campanhas de sensibilização. A missiva, assinada pelo "Papa da Academia Minhota" (responsável máximo da praxe na Universidade do Minho), apela à responsabilidade e consciência individuais, tendo em conta a projeção exterior e a possibilidade de as "liberdades" alcançadas poderem vir a ser "retiradas".

Ao jornal "Público", Pedro Domingues adiantou que as autoridades locais (de segurança e de saúde) estão ao corrente do regresso às praxes, acrescentando que as "regras muito rigorosas" impostas foram delineadas em conjunto com as mesmas.

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