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Presidenciais com voto recolhido porta a porta

Presidenciais com voto recolhido porta a porta

Voto antecipado alargado a todos os concelhos e haverá menos eleitores por mesa. Máquina eleitoral cresce e faz disparar custo.

O Governo e os autarcas já traçam o plano para as presidenciais, que decorrerão em janeiro de 2021. Para evitar a exclusão de votantes por força da pandemia, as eleições estrearão o voto porta a porta para quem estiver em confinamento obrigatório e serão criadas mesas em todos os municípios para quem pretenda votar antecipadamente. Até agora, só era disponibilizada uma mesa por capital de distrito, embora qualquer pessoa possa pedir o voto antecipado. Consequência: a máquina eleitoral será muito maior, o que fará disparar o custo para o Estado.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) é favorável à alteração ao voto antecipado por reduzir o "impacto discriminatório que a medida tem nos cidadãos em função das suas condições de mobilidade", assim como ao sufrágio porta a porta. Solução vertida nos projetos de lei do PSD e do PS, que o Parlamento debate esta sexta-feira.

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