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Prioridade à bazuca e vacinas não escapou a polémicas

Prioridade à bazuca e vacinas não escapou a polémicas

Terminou presidência da UE. Especialistas destacam cimeira social e relações externas.

Chega esta quarta-feira ao fim a presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE), após seis meses dominados pela pandemia e processos turbulentos, desde a guerra de vacinas à ratificação dos planos de recuperação e resiliência (PRR). Passa o testemunho à Eslovénia, cumprido um semestre que começou com a polémica sobre o procurador europeu José Guerra e terminou com críticas à "neutralidade" do Governo, que não assinou a carta pelos direitos LGBT na Hungria.

Apesar do "grande esforço" exigido pela covid-19, a secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Ana Paula Zacarias, disse ao JN que foi "uma honra assumir a presidência neste momento". E considera "extraordinário" o que se conseguiu em seis meses, desde logo ao nível da coordenação da vacinação e dos fundos para reagir à crise. Prevê a primeira fatia da bazuca (pré-financiamento) em meados de julho.

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